quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Levantamento aponta que 98 municípios cearenses estão com caixa no vermelho e situação deve piorarPrefeitos reeleitos e eleitos começarão o ano de 2017 em situação de completa quebradeira nos cofres das administrações. Segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), através de dados do Tesouro Nacional, 98 prefeituras cearenses (de um total de 111 que enviaram informações) estão com as contas no vermelho. E a tendência é que a situação piore até o fim do ano, com a contínua queda da arrecadação, deixando a bomba fiscal para a próxima administração. Em todo o país, de 3.155 municípios que informaram o quadro de suas finanças, 2.442 ou 77,4% já estão com situação complicada. A crise se agrava porque os prefeitos contavam com R$ 99 bilhões de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2016, mas a previsão é que esse valor não chegará a R$ 84 bilhões no fim do ano. "A bomba já estourou e vai ficar pior até o final do ano. No período eleitoral, quem vai dizer que está mal?", diz o presidente do CNM, Paulo Ziukoski. Segundo a entidade, 576 delas estão atrasando salários. A informação está publicada na edição deste domingo (23) do Estado de S. Paulo.

Levantamento aponta que 98 municípios cearenses estão com caixa no vermelho e situação deve piorar
Prefeitos reeleitos e eleitos começarão o ano de 2017 em situação de completa quebradeira nos cofres das administrações. Segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), através de dados do Tesouro Nacional, 98 prefeituras cearenses (de um total de 111 que enviaram informações) estão com as contas no vermelho.
E a tendência é que a situação piore até o fim do ano, com a contínua queda da arrecadação, deixando a bomba fiscal para a próxima administração.

Em todo o país, de 3.155 municípios que informaram o quadro de suas finanças, 2.442 ou 77,4% já estão com situação complicada. A crise se agrava porque os prefeitos contavam com R$ 99 bilhões de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2016, mas a previsão é que esse valor não chegará a R$ 84 bilhões no fim do ano.

"A bomba já estourou e vai ficar pior até o final do ano. No período eleitoral, quem vai dizer que está mal?", diz o presidente do CNM, Paulo Ziukoski. Segundo a entidade, 576 delas estão atrasando salários.
A informação está publicada na edição deste domingo (23) do Estado de S. Paulo.

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